Venho expor minha indignação a respeito de uns malditos elementos que me tiram o sono. Depois que fui atacada por uma barata gigante às 7:00am -vou contar essa história direito^^, mas só no próximo capítulo \o/-, só me faltava essa mesmo. Já ouviu falar de um tal de paederus irritans? Não? Já sim, criatura! É o diabuh do Potó ¬¬. Depois que eu vi o primeiro caminhando pela minha salinha, nunca mais tive paz. Toda e qualquer manchinha que encontro na pele, vou logo pensando: “Foi potó! Aaai meu Deus. Fooi potóo!” É um desespero só. Pomada pra queimadura na bolsa e inseticida bem alí , aculá , e lá vou eu enfrentar mais uma noite assustadora interrompida por vários sonhos malucos que envolvem potós gigantes, uma ruma de barata e algo a ver com um pacto secreto Õ.o.
OMG!
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Estraaaanho. E não é que o danado conseguiu me pegar na calada da noite ¬¬’? Covarde >.<”. Atacou meu precioso SOVACO, cara ! Incomoda, sabia? É, todo mês de agosto é essa agonia.
Não consigo entender onde aquele bichinho minúsculo guarda tanto ácido Õ.O. Mas havia outra dúvida que rondava minha cabecinha: “Como é que aquele energúmeno chega tão caladinho e quando pensa que não, o bicho já está no pescoço?”. Fui catar meu amigo, Google. Descobri que minhas suspeitas estavam corretas. O que eu mais temia... Além de se locomover de forma ameaçadora, o potó VÔOOOOA! E eles realmente planejam seu ataque. São frios e calculistas, gente. Costumam atacar quando suas vítimas (eu) estão dormindo um soninho gostoso e não achando o clima de cidades como Solbrabo quentes o suficiente, o flamenguista ainda quer procurar em nossos belíssimos corpichos, um lugar quentinho. Ma- ma- ma-mas vá catar coquinho ¬¬’ !
Curiosidade: Os potós são polífagos, ou seja, comem de tudo: de matéria orgânica em decomposição a uma grande variedade de pequenos insetos. Já foram observados, também, alguns casos de canibalismo entre a espécie. E, se eles não perdoam nem a própria, imaginem a nossa >.<"

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